Saltar para o conteúdo

Comunicação

Unidade de tradução ágil ou «fábrica de traduções»: porque é que a agilidade reduz para metade o tempo até ao mercado

Quando a tradução trava o lançamento: porque é que a agência de tradução clássica se torna muitas vezes um beco sem saída

Conhece a situação: a sua empresa desenvolveu um produto novo. O marketing escreveu um texto curto, de apenas 500 palavras. Tem de ser traduzido para cinco línguas, e as cinco versões devem ser lançadas ao mesmo tempo. De preferência para ontem e sem complicações.

Se recorrer a uma agência de tradução clássica, que funciona internamente como uma «fábrica de traduções», vai muitas vezes passar por um calvário. Textos ainda copiados à mão para o Excel, emails a circular por portais anónimos, e o projeto parado alguns dias em filas de espera antes de um tradutor poder sequer começar.

Trabalhar com uma unidade de gestão de projetos ágil é muito diferente: os seus cinco textos desencadeiam um processo automático com um clique.

Graças a ligações API (interfaces de programação de aplicações) diretas, os textos chegam ao especialista sem intervenção manual e estão prontos e localizados no seu sistema menos de 24 horas depois.

Estas diferenças no tempo até ao mercado não são por acaso. São o resultado de uma mudança profunda de sistema.

Explicamos aqui porque é que a agilidade tecnológica pesa hoje mais no seu sucesso global.

A anatomia de uma «fábrica de traduções»: quando o tamanho trava a velocidade

Se se pergunta porque é que grandes prestadores de serviços linguísticos, bem estabelecidos, têm dificuldade com prazos apertados, temos de procurar as causas.

Não é falta de competência dos tradutores e revisores. É inércia estrutural. Ao longo dos anos, as agências clássicas transformam-se em enormes «fábricas de traduções».

As grandes agências de renome trabalham para o volume, não para a agilidade. Pense num navio porta-contentores. O tamanho e a capacidade impressionam. Mas quanto tempo demora um navio destes a chegar ao destino ou a mudar de rumo? É exatamente assim nas «fábricas de traduções»: pesadas e lentas. Os textos têm primeiro de passar por vários departamentos, como compras, apoio ao cliente e gestão de projetos. Só no fim chegam finalmente aos linguistas.

Estes processos estão bem estabelecidos, mas trazem um esforço administrativo desnecessário. A sua encomenda fica, para já, em longas filas de espera, que duram mais do que o próprio trabalho de tradução.

Temos de ter isto presente: uma «fábrica de traduções» entrega palavras, mas a inércia é um risco caro. Hoje, é o tempo até ao mercado que decide o sucesso de uma empresa. Hoje, contam a rapidez de resposta e a capacidade de pensar com o cliente.

A unidade ágil: porque menos hierarquia significa mais velocidade

E a unidade ágil? Aqui, os processos são diferentes porque desaparece todo o peso administrativo. Na unidade de gestão de projetos ágil, deixa de haver a passagem constante e lenta de departamento em departamento.

Para si, muita coisa muda também. O seu interlocutor não é um atendedor de chamadas que se limita a receber mais um texto. É alguém que compreende a sua língua e a sua visão e que quer conhecer os seus processos.

Já deve imaginar que este pormenor poupa tempo e paciência, e sobretudo muitos telefonemas e cadeias de emails. Antes de a «fábrica de traduções» encontrar recursos livres, a unidade ágil já está um passo à frente. Já faz parte do seu processo, alinhada com o desenvolvimento do produto. A entrega do projeto é só o meio; o objetivo é a integração sem atritos nos seus processos internos.

A alavanca tecnológica

Mas mantenhamos os pés na terra: menos hierarquia é só metade do caminho. O que falta, então? Tal como no nosso navio, a velocidade nasce na casa das máquinas.

Nas «fábricas de traduções» surgem erros: anexos de email demasiado grandes, exportações manuais e a loucura diária de copiar e colar. Muito demorado e ultrapassado.

Na unidade ágil, apostamos antes em ligações API. Uma API funciona como uma conduta entre o seu sistema de conteúdos e a nossa equipa de redação.

Na prática, no seu dia a dia, isto significa: entrega-nos o texto e ele chega-nos diretamente, sem o vaivém incómodo de anexos e pastas ZIP.

E, como sempre, o melhor fica para o fim: assim que a tradução está pronta, volta automaticamente para si. É a localização contínua em estado puro. Já entregámos enquanto outros ainda descarregam anexos. Eliminamos o peso administrativo que, de outra forma, consumiria pelo menos 80% do tempo.

A qualidade: porque «rápido» não quer dizer «descuidado»

O que aprendemos, então, sobre uma unidade de tradução ágil?

  • Não somos mais rápidos porque os nossos tradutores escrevem mais depressa, mas porque a tecnologia elimina os tempos mortos, como esperar por emails.
  • Graças à API, os nossos linguistas veem o texto diretamente na paginação e sabem logo se uma palavra cabe ou não.
  • Os nossos linguistas têm mais tempo para aquilo para que foram contratados: a língua.

Conclusão: é tempo de mudar de sistema

Acabou o tempo em que encomendar uma tradução lembrava uma ida às finanças. O que conta é o tempo até ao mercado, e não apenas palavras e filas de espera.

Para o seu sucesso global, precisa de um parceiro ágil, em que a tecnologia e as pessoas estão na mesma sintonia.

Lembra-se do nosso navio porta-contentores? Deixe o navio lento e pesado no porto e passe para uma lancha rápida e ágil.

A sua paciência vai agradecer, tal como o sucesso da sua empresa.

Analisamos o seu processo? Escreva-nos.

Procura novos clientes no estrangeiro?

Diga-nos em poucas palavras do que se trata. Respondemos-lhe pessoalmente.

Marcar uma conversa
Marcar uma conversa